Time de e-commerce mal estruturado é a causa silenciosa de estagnação em marcas entre R$ 5 milhões e R$ 50 milhões de faturamento. Contratar cargo sem processo definido só multiplica confusão.
Os papéis essenciais
Head de e-commerce (dono do P&L do canal), gestor de mídia, analista de CRM, coordenador de operações (WMS, prazo, atendimento), analista de BI e gestor de conteúdo/PDP. Em times pequenos, uma pessoa acumula, mas os papéis existem.
Ordem de contratação
1. Operações. 2. BI. 3. Mídia. 4. CRM. 5. Conteúdo. Inverter essa ordem gera loja que vende mal, mede pior e sangra em mídia paga.
Quando terceirizar
Mídia paga, criativo e tecnologia de plataforma se beneficiam de parceiro externo especializado — desde que haja alguém interno responsável pelo P&L. Terceirizar sem gestor interno é abrir mão do controle.
Quando internalizar
CRM, operações e BI. São áreas que exigem contexto profundo de negócio e resposta em horas, não em dias.
Ritual de gestão
Reunião semanal de 60 minutos com dashboard único (faturamento, contribuição, CAC, LTV, NPS). Sem esse ritual, cada área otimiza a própria métrica e o P&L global piora.