Generative Engine Optimization (GEO) é o novo campo de disputa. Enquanto o SEO tradicional briga por posição em uma página de resultados, o GEO briga por menção dentro da resposta gerada — e o comportamento do usuário está migrando rápido.
1. Autoridade tópica antes de volume
LLMs escolhem fontes com densidade e consistência sobre um tema, não sites genéricos. Publicar 20 artigos aprofundados sobre 'gestão de e-commerce' rende mais menção do que 200 artigos rasos cobrindo tudo.
Sinal prático: agrupar posts em clusters temáticos, com links internos horizontais entre eles.
2. Formato de resposta direta
LLMs extraem trechos que já parecem resposta. Estruturar parágrafos curtos, com pergunta implícita no início e conclusão factual no fim, aumenta a chance de citação literal.
Evite lead jornalístico longo. Comece pelo que a pergunta pediu.
3. Dados estruturados semânticos
Article, FAQPage, HowTo, Organization e Person com sameAs apontando para LinkedIn, Crunchbase e perfis oficiais. É como o modelo entende quem é você e por que confiar.
4. Menções externas coerentes
GEO herda de RP digital. Ser citado em portais setoriais, participar de podcasts e ter perfil consistente em redes profissionais alimenta o grafo de conhecimento que os LLMs consultam.
5. Medição possível hoje
Ainda não há Search Console para IA. O que funciona: rodar prompts-alvo semanalmente em ChatGPT, Perplexity e Gemini, e registrar quando sua marca aparece — e em que contexto.